O AVC (Acidente Vascular Cerebral, o "derrame") acontece quando o fluxo de sangue em uma parte do cérebro é interrompido. É uma emergência — e reconhecer os sinais rápido pode salvar vidas e reduzir sequelas.
Mas o AVC também é, em grande parte, prevenível: controlar os fatores de risco reduz muito a chance de ele acontecer. E, depois de um episódio, a reabilitação bem conduzida faz enorme diferença na recuperação.
Muitos fatores que aumentam o risco de AVC são silenciosos. Reconhecê-los e controlá-los é a melhor forma de prevenção.
A hipertensão é o principal fator de risco para o AVC.
O diabetes aumenta o risco, sobretudo quando mal controlado.
Contribui para o entupimento das artérias.
Fumar eleva significativamente o risco de AVC.
Certas arritmias do coração favorecem o AVC.
Peso elevado e falta de atividade física pesam no risco.
O consumo excessivo eleva a pressão e o risco.
Casos de AVC na família aumentam a atenção necessária.
Quem já teve tem risco maior de um novo episódio.
Também influenciam a saúde vascular ao longo do tempo.
O risco cresce com a idade, mas o AVC também pode ocorrer em jovens.
Vários desses fatores não dão sintomas — por isso a avaliação importa.
Reconhecer o tipo de AVC orienta tanto o tratamento imediato quanto a prevenção de novos episódios.
O mais comum. Uma artéria do cérebro é obstruída por um coágulo.
Ocorre quando um vaso se rompe e há sangramento no cérebro.
Um "aviso": sintomas que passam, mas que exigem avaliação urgente.
Diante de qualquer um destes sinais, cada minuto conta. Ligue imediatamente para o SAMU (192) — o socorro rápido reduz sequelas e salva vidas:
Na presença de qualquer um desses sinais, não espere passar: ligue 192. Quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de recuperação.
O cuidado com o AVC acontece em três tempos — prevenir, agir rápido e reabilitar. Costuma envolver:
Identificar e controlar o que aumenta o risco de AVC.
Um plano para reduzir o risco, baseado no seu caso.
Entender a causa do episódio para prevenir um novo.
Plano para recuperar funções afetadas, como movimento e fala.
Devolver o máximo de autonomia possível após o episódio.
Integração com fisioterapia, fonoaudiologia e outros profissionais.
Apoio e informação para o cuidado no dia a dia.
Monitorar a evolução e ajustar o cuidado ao longo do tempo.
Cuidar do AVC é cuidar em três tempos: prevenir, agir rápido e reabilitar — sempre com foco na qualidade de vida.
"Prevenir, reconhecer e reabilitar: cuidar do cérebro é cuidar da sua história."
Agendar minha avaliaçãoConteúdo elaborado com base em diretrizes e literatura científica atuais em neurologia vascular (American Heart Association / American Stroke Association, European Stroke Organisation, American Academy of Neurology e Academia Brasileira de Neurologia, entre outras fontes de referência), em compromisso com a medicina baseada em evidências.
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